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Unesco estuda 37 lugares para patrimônio da humanidade
da France Presse , em Paris

Chile , México, Bolívia, Colômbia e Espanha integram uma lista de 37 novos locais que competem por sua inscrição na lista do patrimônio mundial da humanidade durante a 30ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial em Vilna (Lituânia), de 8 a 16 de julho, anunciou a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).
Segundo a Unesco, que não costumava revelar os locais para evitar as especulações, as inscrições foram apresentadas por 30 países de todos os continentes: Alemanha, Áustria, Azerbaijão, Bolívia, Burkina Faso, Chile, China, Colômbia, Espanha, Etiópia, França, Gabão, Gâmbia, Índia, Indonésia, Israel, Itália, Malaui, Malásia, Marrocos, Ilhas Maurício, México, Omã, Polônia, Reino Unido, Síria, Irã, República Tcheca, Tanzânia e Senegal.
O comitê também estudará a extensão de quatro locais já inscritos no patrimônio mundial (Finlândia, Nepal, Sérvia e Suécia).
No ano passado, 24 locais foram escolhidos. Entre eles estavam a colina de Qalaat, no Bahrein, a cidade de Mostar (Bósnia-Herzegovina) e o centro da cidade de Le Havre (França), reconstruído depois da Segunda Guerra Mundial.
Até hoje, 812 locais "de um valor universal extraordinário" distribuídos em 137 Estados estão inscritos no patrimônio da humanidade, em conformidade com uma Convenção adotada em 1972 e ratificada depois por 182 países.
A convenção estimula a cooperação internacional para salvaguardar o patrimônio comum. Os Estados que a ratificaram se comprometem a preservar os locais selecionados. A Unesco dispõe de um fundo anual de quatro milhões de dólares, o Fundo do Patrimônio Mundial, destinado a ações urgentes em caso de perigo e ações de formação e cooperação técnica.